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Como "ACRiana" (membro da ACR) não devia eu controlar-me e dar sempre novas oportunidades?
Mesmo com a rapariga mais nojenta da turma?
Por um lado tenho pena, não dela, mas da personalidade que lhe calhou, mas por outro já nem consigo ter pena.
Nós próprios escolhemos aquilo que queremos ser, e isso traz consequências.
Por isso, nem sei se devo confrontá-la com o mundo real ou se a devo deixar na ignorância da opinião pública, protegendo-a e defendendo-a, mesmo que não possa nem um pouco com ela.
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