sexta-feira, 1 de julho de 2011

do que aí vem, tenho medo !

     
      Dizem que não existe nada melhor do que um novo amor para esquecer o antigo, mas até que ponto ser-me-à esse novo "amor" útil ? Até que ponto é que ele deixa de ser útil e passa a ser amor ?
      Tudo isto me dá imensas voltas à cabeça. Estarei eu pronta para uma nova desilusão ou será que desta vez vou ser a excepção? Não!
Não ! Eu não serei a excepção. Esta minha maneira de não saber demonstrar o amor ... Sem excepções !
       Voltamos ao mesmo! Ai, este ciclo viciante que nos alimenta a esperança. É bom querer ser alguém, ser especial. (...) Não é nada bom, é inútil ... 
       Às vezes, é preferível mantermo-nos naquele estado onde nada é prometido e tudo é vivido, sem compromisso nem dever, vivendo apenas o direito ao prazer do momento. 
       Que estou eu a dizer? Mas para que lutamos então? O amor devia vencer, fonte de esperança que alimenta o bem. A união de dois em um! 
       Dois em um ? Parece uma publicidade do Calgonite. 
       Como me atrevo eu a falar do amor se eu tenho medo dele? Só não me quero que o tempo do amor se esgote enquanto ainda corriam areias, como antes.

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